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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Afonso Bezerra na Contramão: Números Desmentem a Propaganda Oficial



Nova “história” em Afonso Bezerra — e, mais uma vez, de descaso com a população.

No início de 2025, este espaço já havia mostrado o vexame do Previne Brasil, que colocou Afonso Bezerra na última posição do Rio Grande do Norte. Agora, um novo indicador oficial escancara aquilo que a propaganda da prefeitura tenta esconder: o município está regredindo.

Os dados são do IPS – Índice de Progresso Social.
Em 2024, Afonso Bezerra registrava 54,81 pontos.
Em 2025, caiu para 53,67.

Enquanto a mídia oficial insiste no discurso de “mais trabalho, mais qualidade e mais tudo”, os números contam outra história — bem diferente.

📉 Queda nos rankings

No ranking estadual do RN, Afonso Bezerra despencou da 128ª posição em 2024 para a 151ª em 2025, uma queda de 23 colocações.

No cenário nacional, o tombo foi ainda mais vergonhoso:
de 4.216º lugar para 4.814º, uma perda de 598 posições.

Isso não é detalhe técnico.
👉 É retrocesso. É má gestão. É o povo pagando a conta.

🚨 Indicadores que preocupam

Quando se olha para dentro do IPS, a situação se mostra ainda mais grave:

  • Inclusão social:
    caiu de 82,34 (2024) para 74,02 (2025) — mais de 8 pontos perdidos.

  • Cobertura vacinal contra poliomielite:
    despencou de 100% em 2024 para 80,84% em 2025.
    Enquanto o discurso oficial fala em avanços na saúde, os dados mostram abandono.

  • Acesso aos direitos humanos:
    saiu de 8 pontos em 2024 para apenas 1 ponto em 2025.

  • Ações voltadas às minorias:
    de 6 pontos em 2024 para zero em 2025.
    Nenhuma ação. Nada.

📚 Educação em queda

Na educação, o retrocesso também é evidente:

  • Reprovação no ensino médio:
    subiu de 2,2 para 5,85, um aumento expressivo.

  • Nota média do Enem:
    caiu de 474,66 em 2024 para 464,14 em 2025, quase 10 pontos a menos.

❓ A pergunta que não quer calar

Diante de tudo isso, fica impossível sustentar a narrativa oficial.

📢 Afinal, Afonso Bezerra melhorou… ou piorou?

Os discursos dizem uma coisa.
Os números oficiais dizem outra.
E, até agora, os dados não mentem.

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