Moradores de Caracas relataram múltiplas explosões e intensa movimentação de aeronaves militares voando em baixa altitude sobre a capital. O governo venezuelano acusou imediatamente os Estados Unidos de atacarem instalações civis e militares, classificando a ação como um ato de “imperialismo” e convocando a população a ir às ruas em protesto.
Até o momento, não está claro quem assumiu o comando do país, e o paradeiro de Nicolás Maduro permaneceu desconhecido por horas. Pouco depois das 4h30 da manhã (horário da Costa Leste dos EUA), Donald Trump publicou no Truth Social que Maduro e sua esposa teriam sido capturados e levados para fora da Venezuela, em uma operação conduzida em conjunto com forças de segurança norte-americanas.
“Maduro foi capturado, juntamente com sua esposa, e removido do país. A operação foi um sucesso. Mais detalhes em breve”, escreveu Trump, que anunciou ainda uma coletiva de imprensa para a manhã deste sábado.
As explosões — ao menos sete, segundo relatos — ocorreram nas primeiras horas do terceiro dia de 2026, provocando pânico entre a população. Muitas pessoas correram para as ruas, enquanto outras recorreram às redes sociais para relatar o que ouviram e viram durante os ataques.
Não há, até o momento, informações confirmadas sobre vítimas ou danos estruturais. O ataque teria durado menos de 30 minutos, e não está claro se novas ações militares serão realizadas, embora Trump tenha afirmado que a operação foi concluída “com sucesso”.
Antes mesmo das explosões, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) emitiu uma proibição imediata de voos comerciais norte-americanos no espaço aéreo venezuelano, citando “atividade militar em andamento” na região.

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