O montante, que deveria refletir um evento de alta qualidade técnica e suporte logístico impecável, contrasta severamente com a realidade presenciada pelos profissionais da educação. Relatos apontam para uma organização precária, ausência de materiais pedagógicos de ponta e uma estrutura física que em nada justifica o investimento de dezenas de milhares de reais de dinheiro público.
Onde foi parar o dinheiro?
Em um cenário onde 67% dos profissionais da rede pública já consideram os recursos financeiros insuficientes para o dia a dia escolar, gastar R$ 60 mil em um evento sem entrega correspondente é mais do que uma falha de gestão; é um tapa na face de professores e alunos. Para fins de comparação, contratos similares para apoio técnico e material pedagógico em outros municípios registram valores inferiores para serviços muito mais abrangentes.
A Farra com a Verba da Educação Precisa Acabar
A falta de transparência e o uso ineficiente de recursos impactam diretamente a qualidade do ensino e a motivação docente. É urgente que os órgãos de controle, como o Tribunal de Contas e o Ministério Público, investiguem o detalhamento desta nota fiscal. Queremos saber:
Quem foram os fornecedores
contratados?
Qual o valor de mercado dos
serviços prestados?
Houve licitação ou dispensa injustificada?
Não aceitaremos que a "formação" seja usada como fachada para o escoamento de verbas públicas. A educação exige respeito, e o respeito começa com o zelo por cada centavo do contribuinte.
OBS: PASMEM, PUBLICAM UMA INEXIGIBILIDADE SEM O DEVIDO DIREITO À AMPLA CONCORRÊNCIA EM OUTRAS MODALIDADES DA LEI DE LICITAÇÃO.


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