Moradores e lideranças locais apontam o fortalecimento de facções criminosas como um dos principais fatores para a escalada da violência. A atuação desses grupos tem se tornado cada vez mais evidente, especialmente após o enfraquecimento da estrutura da Polícia Civil do Rio Grande do Norte no município.
A saída do delegado Raphael Laboissiere e de agentes que integravam a equipe de investigação da 42ª Delegacia é frequentemente citada como um marco dessa mudança. Desde então, a população relata uma diminuição nas ações investigativas e na presença mais ostensiva da polícia civil na cidade.
Nesse contexto, um nome ganha força no clamor popular: o do agente Wilson Fernandes, o “Careca da Civil”. Com mais de 30 anos de serviços prestados, ele ficou conhecido pela atuação firme no combate às facções criminosas e pela proximidade com a comunidade.
Hoje, além de cobrar mais segurança, muitos moradores pedem diretamente o retorno de Wilson Fernandes à atuação em Areia Branca. Para a população, sua presença representava uma resposta rápida, investigação eficiente e um enfrentamento mais direto à criminalidade, fatores que contribuíam para uma maior sensação de segurança.
O sentimento atual é de apreensão. Diante do aumento dos casos de violência, a população reforça o apelo por medidas concretas, como o fortalecimento do efetivo policial, a retomada de operações estratégicas e o investimento em inteligência investigativa.
Enquanto o Estado lida com desafios mais amplos na segurança pública, os moradores de Areia Branca seguem firmes na cobrança por ações urgentes — e, principalmente, pela volta de um nome que, para muitos, simboliza o combate direto ao crime na cidade.

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