Durante a audiência, o assistente de acusação — advogado que representa a família da vítima — formalizou um questionamento ao magistrado após observar a presença do advogado Romennigue Cabral em um local considerado estratégico, ao lado da defesa do executor do crime.
Romennigue Cabral chegou a ser apontado inicialmente pelo próprio executor como suposto mandante do assassinato. A presença dele na audiência gerou reação imediata da acusação, que destacou a incompatibilidade da situação, principalmente por se tratar de uma sessão que envolve trechos sob segredo de justiça. Segundo o assistente de acusação, o advogado não estaria formalmente habilitado nos autos como defensor do réu apontado como autor dos disparos.
O episódio elevou ainda mais o clima de tensão dentro da sala de audiência. Em meio à situação, a mãe da vítima, visivelmente emocionada e abalada, solicitou proteção formal ao Estado, demonstrando temor de possíveis represálias diante da proximidade física com o suposto mandante do crime.
O momento trouxe um forte componente humano ao processo, evidenciando o sofrimento da família e reforçando o clamor por justiça que tem mobilizado moradores de toda a região do Vale do Açu desde o assassinato do cabeleireiro.
O caso segue em tramitação na Justiça e continua sendo acompanhado de perto
pela população e por autoridades da região.
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