Com a decisão, assinada pela juíza Marta Rodrigues Maffeis, Larissa passará a responder criminalmente por tentativa de h0micíd1o qualificado, com agravantes como: meio cruel (uso de v3nen0), dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima. A pena prevista vai de 12 a 30 anos de prisão, em caso de condenação.
Vale notar que a prisão preventiva havia sido negada anteriormente pela magistrada, quando sugerida pela Polícia Civil. No entanto, com o avanço das investigações e a produção de novas provas, a Justiça acolheu a denúncia do MPSP.
Um dos pontos destacados pela juíza foi a restauração do celular de Larissa aos padrões de fábrica no mesmo dia em que a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão, o que, segundo a decisão, indica tentativa de destruir provas.
“As medidas cautelares diversas da prisão revelam-se insuficientes no caso concreto, notadamente em razão da gravidade do modus operandi, da demonstrada disposição para destruição de provas e da convivência com a vítima, que inviabiliza a eficácia de medidas como proibição de contato ou recolhimento domiciliar”, escreveu Maffeis ao justificar o decreto de prisão preventiva.
De acordo com o processo, ao qual o Metrópoles teve acesso, a defesa de Larissa já entrou com uma petição para revogação do decreto, mas ainda não há parecer sobre o pedido.
A reportagem também procurou a advogada de Larissa, Jéssica Nozé, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.

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