De acordo com o capitão Haddad, comandante do GATE, o animal apresentou uma indicação positiva durante a inspeção. Entretanto, ainda não foi possível identificar qual componente teria provocado a reação.
Entre as hipóteses consideradas estão substâncias presentes no porta-malas, no sistema de airbag, em equipamentos de iluminação estroboscópica ou até mesmo em produtos utilizados na higienização do automóvel.
Diante da sinalização, os policiais seguiram os protocolos de segurança previstos para situações de possível risco. Amostras foram recolhidas para análise, com o objetivo de esclarecer a origem da substância.
Questionado sobre a possibilidade de um alarme falso, o comandante reconheceu que essa classificação poderia ser utilizada, mas destacou que o cão cumpriu corretamente sua função durante a vistoria.
Até o momento, não há confirmação de que o veículo transportasse explosivos ou de que tenha ocorrido uma tentativa de atentado contra o candidato.
O episódio deverá ser esclarecido a partir dos procedimentos técnicos realizados pelas equipes especializadas.

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