A suspensão ocorreu após uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questionou a regularidade do canal. Inicialmente, Nunes Marques determinou a interrupção integral das atividades até que a ferramenta fosse formalmente registrada na Justiça Eleitoral.
A campanha de Lula realizou o registro nesta terça-feira, e o ministro reconheceu o cumprimento da exigência. No entanto, estabeleceu que o canal só poderá retomar suas atividades após o prazo de 48 horas previsto em resolução do TSE, desde que sejam observadas as regras de identificação do responsável pela propaganda eleitoral.
A defesa de Lula informou que o registro foi realizado apenas para cumprir a determinação judicial e não representa o reconhecimento de que o canal seja administrado pela campanha. Segundo os advogados, a ferramenta foi criada e é gerenciada por Janones, sem supervisão direta da candidatura.
A controvérsia também provocou divergências no TSE. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu que a discussão sobre o funcionamento do canal seja submetida ao plenário da Corte, diante da proximidade do 2º turno das eleições.
Nas redes sociais, Janones criticou a suspensão e afirmou que o canal nunca divulgou notícias falsas. O deputado também questionou o momento em que a ferramenta foi retirada do ar, durante a votação sobre o fim da escala 6×1.
Com informações do g1

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