Nascido em 1983, na cidade de Maracay, Guerrero iniciou sua trajetória no crime ainda jovem. Preso por diversos delitos, ele se tornou o chefe da penitenciária de Tocorón, no estado de Aragua, transformando o local na principal base de operações do Tren de Aragua.
Sob seu comando, a facção expandiu suas atividades para vários países da América Latina, sendo associada a crimes como tráfico de drogas, extorsão, sequestros, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e homicídios. As autoridades dos EUA chegaram a oferecer recompensa por informações que levassem à sua captura.
Em 2023, durante uma grande operação das forças venezuelanas para retomar o controle da prisão de Tocorón, Niño Guerrero conseguiu fugir e permaneceu foragido desde então. A penitenciária chamou atenção internacional por possuir estruturas incomuns para um presídio, incluindo piscina, zoológico, restaurantes e túneis de fuga usados pela organização criminosa.
Segundo Trump, Guerrero foi morto em um ataque realizado pelo Comando Sul dos Estados Unidos, com apoio das autoridades da Venezuela. O governo venezuelano confirmou a morte durante uma operação contra grupos criminosos armados.
A morte de Niño Guerrero representa um duro golpe para o Tren de Aragua, grupo que se expandiu por diversos países e passou a ser tratado pelos Estados Unidos como uma organização terrorista estrangeira.

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