Milei, no entanto, não apresentou provas para sustentar a acusação, conforme informações do Poder360.
Em entrevista à rádio Mitre, Milei declarou que 25% dos recursos da suposta campanha teriam saído do governo brasileiro.
Ele também afirmou que assessores enviados por Lula participaram da campanha presidencial de Sergio Massa, adversário dele na eleição argentina de 2023.
Milei ainda criticou a decisão da Justiça brasileira que negou seu pedido para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o argentino, Bolsonaro estaria preso “injustamente”.
Na mesma entrevista, ele comparou o caso à visita feita por Lula à ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que cumpre prisão domiciliar.
No sábado (25), durante convenção do PL em São Paulo que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, Milei voltou a atacar Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
As declarações provocaram reação do Palácio do Planalto, que convocou para consultas o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Julio Bitelli.
Também no domingo, o partido de Milei, La Libertad Avanza, publicou nas redes sociais imagens do evento do PL com a mensagem: “Que a direita se una. A onda azul está chegando ao Brasil, liderada por Flávio Bolsonaro”.

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