Não se trata de atacar pessoas LGBT ou questionar seus direitos. A questão é a necessidade de critérios coerentes para proteger crianças, independentemente de religião, orientação sexual ou posicionamento ideológico.
Se determinadas cenas de violência presentes em histórias bíblicas justificam uma classificação indicativa mais elevada, o mesmo rigor deve ser aplicado a qualquer evento público que apresente conteúdo sexualmente explícito ou inadequado para menores.
É importante reconhecer que nem todo evento LGBT apresenta esse tipo de conteúdo. Assim como nem todo desenho bíblico contém cenas inadequadas para crianças.
A proteção da infância não pode depender de quem organiza o evento, da religião apresentada ou da bandeira defendida.
Pais e responsáveis precisam ter informações claras para decidir quais conteúdos e ambientes são adequados aos seus filhos.
A pergunta que fica é: os critérios utilizados para proteger nossas crianças estão sendo aplicados igualmente a todos?
A infância merece proteção, respeito e coerência, sem dois pesos e duas medidas.
FOCOELHO — A velocidade da informação.

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