O programa selecionou profissionais para recebimento de 43 bolsas entre pesquisadores de diferentes níveis de formação, de estudantes em iniciação científica a doutores, com valores que chegam a R$ 7.300 mensais. Os trabalhos estão organizados em três frentes: a melhoria do sistema de educação pública, o fortalecimento do SUS no município e a valorização da cultura local por meio da pesquisa.
Na Casa de Cultura do Assú, a programação incluiu a apresentação dos primeiros dados levantados desde o início das atividades. Cada equipe tem como compromisso entregar diagnósticos, propostas e resultados que possam ser incorporados à gestão do município.
Os bolsistas atuarão dentro das próprias secretarias, com acesso a dados reais, demandas reais e prazos reais. “Queremos que as decisões da prefeitura deixem de ser tomadas por intuição e passem a ser sustentadas por dados. É isso que a ciência entrega à gestão pública”, destacou o prefeito Lula Soares.
A FAPERN vê no programa de Assú uma referência para outros municípios do estado. A combinação entre financiamento estadual, gestão municipal e produção científica local é rara no interior do Nordeste, e pode abrir caminho para que cidades de porte semelhante adotem estruturas parecidas nos próximos anos.
O próximo passo do programa é a entrega dos primeiros relatórios parciais pelas equipes de pesquisa. Os documentos serão apresentados às secretarias e discutidos em reuniões de trabalho que integram gestores e bolsistas.


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