A atitude tem sido interpretada pelos professores como mais um episódio de perseguição institucional. Para a categoria, a decisão de recorrer não apenas desrespeita o Judiciário, mas também ignora o esforço de profissionais que conquistaram seus cargos por meio de concurso público.
“Não estamos pedindo favor, estamos defendendo um direito legítimo”, afirmam representantes do movimento, que seguem mobilizados em defesa da legalidade e da valorização da educação.
Críticos da gestão apontam que a postura da administração de Haroldo de Jango demonstra falta de compromisso com a educação pública e com a segurança jurídica dos servidores. Ao insistir no recurso, a Prefeitura prolonga a instabilidade vivida pelos professores e reforça a sensação de desvalorização da categoria.
Além disso, aliados políticos ligados ao grupo conhecido como “Jango” também têm sido alvo de críticas por sustentarem decisões que, segundo os educadores, afrontam diretamente direitos já reconhecidos pela Justiça.
Enquanto o processo segue em tramitação, os professores prometem manter a mobilização. A luta, segundo eles, vai além da reintegração: trata-se de defender o respeito à lei, à educação e à dignidade profissional.
A batalha continua — agora também no campo político e moral.

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