Em 2021, Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil. Na época, integrantes do PT criticaram a mudança e defenderam a continuidade do programa criado em 2003. A bancada petista também questionou o alcance do novo benefício e afirmou que milhões de pessoas poderiam ficar de fora.
O debate ganhou força em 2022, quando o governo elevou o valor do Auxílio Brasil. O benefício, que havia sido estabelecido em torno de R$ 400, passou para R$ 600 por meio de medidas aprovadas naquele ano.
O PT passou então a questionar a elevação do valor, argumentando que o aumento havia ocorrido em período próximo às eleições. Em publicação de outubro de 2022, o partido classificou o reajuste como uma medida eleitoral e criticou Bolsonaro por comparar o novo valor com os pagamentos do antigo Bolsa Família.
Naquele período, o governo Bolsonaro defendia que o Auxílio Brasil ampliava a transferência de renda e substituía o Bolsa Família por um novo programa social. A proposta previa também mudanças nos critérios e na estrutura do benefício.
Assim, o histórico mostra que o PT não apenas criticou a mudança do Bolsa Família para o Auxílio Brasil, como também questionou os reajustes concedidos durante o governo Bolsonaro, especialmente a elevação para R$ 600 em 2022.
A discussão voltou a ganhar relevância posteriormente, diante do debate político sobre reajustes e programas de transferência de renda.

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