sexta-feira, 18 de setembro de 2026

No governo Bolsonaro, PT questionou aumento do Bolsa Família e criticou reajuste do Auxílio Brasil


Durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, o Partido dos Trabalhadores (PT) fez críticas à reformulação dos programas de transferência de renda e questionou os reajustes concedidos pelo governo federal.

Em 2021, Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil. Na época, integrantes do PT criticaram a mudança e defenderam a continuidade do programa criado em 2003. A bancada petista também questionou o alcance do novo benefício e afirmou que milhões de pessoas poderiam ficar de fora.

O debate ganhou força em 2022, quando o governo elevou o valor do Auxílio Brasil. O benefício, que havia sido estabelecido em torno de R$ 400, passou para R$ 600 por meio de medidas aprovadas naquele ano.

O PT passou então a questionar a elevação do valor, argumentando que o aumento havia ocorrido em período próximo às eleições. Em publicação de outubro de 2022, o partido classificou o reajuste como uma medida eleitoral e criticou Bolsonaro por comparar o novo valor com os pagamentos do antigo Bolsa Família.

Naquele período, o governo Bolsonaro defendia que o Auxílio Brasil ampliava a transferência de renda e substituía o Bolsa Família por um novo programa social. A proposta previa também mudanças nos critérios e na estrutura do benefício.

Assim, o histórico mostra que o PT não apenas criticou a mudança do Bolsa Família para o Auxílio Brasil, como também questionou os reajustes concedidos durante o governo Bolsonaro, especialmente a elevação para R$ 600 em 2022.

A discussão voltou a ganhar relevância posteriormente, diante do debate político sobre reajustes e programas de transferência de renda.

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