Ivan viveu seus tempos de glória ao conquistar a Prefeitura de Assú em 2008 e garantir a reeleição em 2012. Só que, depois disso, a história eleitoral mudou de rumo. E mudou com vontade.
Em 2018, Ivan resolveu buscar uma cadeira de deputado estadual. Bateu na porta da Assembleia Legislativa, mas a cadeira não veio.
Em 2020, tentou retornar à Prefeitura de Assú. Dessa vez, chegou pertinho: perdeu para Dr. Gustavo Soares por apenas cinco votos. Foi daquelas derrotas que fazem o candidato pedir recontagem até dos votos da eleição passada.
Dois anos depois, em 2022, Ivan mudou de posição e entrou numa chapa como candidato a vice-governador do Rio Grande do Norte. Resultado: nova tentativa, nova derrota.
E a maré ruim não ficou restrita apenas às candidaturas do próprio Ivan.
Sua esposa, Vanessa Lopes, também entrou nas urnas. Em 2022, disputou uma vaga de deputada federal e não conseguiu se eleger. Em 2024, voltou às urnas como candidata à Prefeitura de Assú e também terminou sem a vitória.
Ou seja: quando Ivan não está na urna, alguém próximo aparece para tentar quebrar a sequência de derrotas — mas, até aqui, a urna continua dizendo: “tente novamente mais tarde”.
E ainda existem as eleições em que Ivan entra no jogo como liderança política, apoiando candidatos e grupos.
O fato é que o currículo eleitoral recente ganhou uma sequência difícil de ignorar: depois das vitórias de 2008 e 2012, vieram sucessivos resultados negativos em projetos eleitorais pessoais e familiares.
Agora resta saber quando essa longa maré de derrotas vai virar — ou se as urnas continuarão sendo as adversárias mais difíceis da família Lopes.

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