As primeiras cirurgias estão programadas para acontecer em Natal, contemplando duas mulheres trans.
Com o início dos procedimentos na rede de saúde local, o RN ingressa na lista de estados brasileiros que já possuem equipes médicas capacitadas para essa modalidade assistencial.
A cirurgia especializada ainda não é integrada à tabela de ofertas regulares do SUS dentro do RNe. Os custos operacionais imediatos do projeto dependem de arranjos locais.
A coordenação estadual projeta que o início das operações sirva de estímulo para que o Governo do Estado tente viabilizar a implantação de ambulatórios fixos voltados a esse público pelo SUS. A expectativa dos organizadores é obter repasses financeiros do Ministério da Saúde no futuro para custear as atividades.

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