terça-feira, 6 de outubro de 2026

Motociclista fica ferido após colisão com vaca na RN-016, em Linda Flor, Assú



Um acidente envolvendo um motociclista e um animal foi registrado na noite desta terça-feira (6), na RN-016, na comunidade de Linda Flor, zona rural de Assú, no interior do Rio Grande do Norte. A ocorrência aconteceu nas proximidades do Posto Irmã Lindalva.

Segundo informações de populares no local, o motociclista trafegava pela rodovia quando tentou fazer uma ultrapassagem e teria colidido contra uma vaca que estava na pista. Com o impacto, o homem caiu e sofreu vários ferimentos. Até o momento, o motociclista seria um vendedor, mas não foi identificado de forma oficial.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado para prestar socorro à vítima. O motociclista apresentava sangramento na região da cabeça e aguarda atendimento da equipe de emergência.

O caso volta a chamar atenção para o risco da presença de animais soltos nas rodovias, principalmente durante a noite, quando a visibilidade dos motoristas é reduzida.

Homem morre após confronto com a Polícia Militar em Paraú


Uma intervenção policial registrada no final da tarde desta terça-feira (6) terminou com a morte de um elemento de 22 anos no município de Paraú, no Oeste do Rio Grande do Norte.

A ocorrência teve início depois que policiais militares receberam uma denúncia informando que um homem possivelmente armado estaria nas proximidades de um parque de vaquejada da cidade, em uma área próxima a um estabelecimento comercial.

Diante da informação, uma equipe ligada ao 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), com sede em Assú, foi deslocada até o endereço para verificar a situação.

Conforme a versão preliminar apresentada pela Polícia Militar, ao perceber a aproximação da guarnição, o homem teria realizado disparos de arma de fogo contra os agentes. Os policiais reagiram e, durante a troca de tiros, ele acabou sendo atingido.

O homem foi identificado como Canindé Matheus da Silva Alexandre, de 22 anos, natural de Brejo do Cruz/PB.

Após ser ferido, Canindé foi socorrido e conduzido para o hospital de Paraú. Apesar do atendimento recebido, ele não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada após chegar à unidade hospitalar.

Segundo a PM, um revólver foi recolhido no local e apresentado como sendo a arma que estaria com o jovem durante a ocorrência. O material apreendido deverá ser encaminhado para os procedimentos cabíveis.

O caso será registrado junto às autoridades competentes, que deverão adotar as medidas necessárias para esclarecer todos os detalhes e circunstâncias da ocorrência.

As informações sobre a dinâmica do confronto são, até o momento, baseadas no relato preliminar da Polícia Militar.

Suspeitos de envolvimento na morte de PM morrem após confronto com a polícia em Nísia Floresta


Dois homens apontados como suspeitos de envolvimento na morte de um policial militar morreram após um confronto com forças de segurança em Nísia Floresta, município da Grande Natal.

Segundo as informações iniciais, a ocorrência aconteceu durante diligências realizadas pelas equipes policiais após a morte do PM, registrada em Parnamirim.

Durante a operação, os dois suspeitos teriam entrado em confronto com os policiais e acabaram baleados. Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados para uma unidade hospitalar, mas não resistiram aos ferimentos e morreram após dar entrada no hospital.

As forças de segurança seguem com as investigações para esclarecer as circunstâncias da morte do policial militar, identificar possíveis outros envolvidos e apurar todos os detalhes da ocorrência em Nísia Floresta.

O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes. Novas informações poderão ser divulgadas à medida que as investigações avançarem.

PROCESSO ARQUIVADO: Alexandre de Moraes extingue investigação contra Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio


Uma investigação que envolvia os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio foi arquivada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão foi tomada em 10 de setembro, e seguiu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o arquivamento, Eustáquio afirmou que a decisão representa um “primeiro passo” para seu retorno ao Brasil. A defesa pretende agora pedir a revogação de outra ordem de prisão contra o jornalista.

O caso apurava supostos ataques e a divulgação de dados pessoais do delegado da Polícia Federal Fábio Shor, responsável por investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.

Allan dos Santos e Eustáquio haviam sido indiciados pela PF por obstrução de Justiça e incitação ao crime. O senador Marcos do Val também era investigado por compartilhar publicações contra o delegado.

Para a PGR não foram encontrados elementos suficientes que comprovassem uma articulação estruturada para incentivar crimes contra agentes públicos ou interferir diretamente nas investigações. A Procuradoria entendeu que os fatos poderiam configurar, no máximo, crimes contra a honra, que dependeriam de representação dos envolvidos.

Com informações da Revista Oeste

Família Bolsonaro sai fortalecida das urnas em 2026: quatro eleitos e Flávio no segundo turno


A família do ex-presidente Jair Bolsonaro mostrou mais uma vez sua força eleitoral nas eleições de 2026. Mesmo sem disputar qualquer cargo, Bolsonaro viu quatro integrantes de sua família conquistarem vagas no Congresso Nacional, enquanto seu filho Flávio Bolsonaro avançou ao segundo turno da corrida pela Presidência da República.

Para os apoiadores, o resultado reforça uma frase repetida há anos entre os bolsonaristas: “Bolsonaro é um mito.” Independentemente das críticas e das controvérsias envolvendo o ex-presidente, as urnas mostraram que seu sobrenome continua tendo forte peso eleitoral no país.

Michelle Bolsonaro foi eleita senadora pelo Distrito Federal, alcançando 29,05% dos votos válidos. A ex-primeira-dama disputou sua primeira eleição e terminou como a candidata mais votada ao Senado no DF.

Em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro também garantiu uma cadeira no Senado. Depois de uma longa trajetória como vereador no Rio de Janeiro, Carlos transferiu seu domicílio eleitoral para Santa Catarina e conquistou 25,35% dos votos válidos.

Outro filho do ex-presidente também saiu vitorioso. Jair Renan Bolsonaro foi eleito deputado federal por Santa Catarina, recebendo 131.555 votos. Ele chegará pela primeira vez à Câmara dos Deputados depois de ter sido eleito vereador de Balneário Camboriú em 2024.

A lista de vitórias ainda inclui Renato Bolsonaro, irmão de Jair Bolsonaro. Ele foi eleito deputado federal por São Paulo com 379.312 votos e também passará a integrar a Câmara dos Deputados.

Mas o principal resultado político da família veio da disputa pelo Palácio do Planalto. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na liderança e avançou para enfrentar o presidente Lula no segundo turno. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio recebeu 56.104.268 votos, correspondentes a 47,03% dos votos válidos, contra 53.876.617 votos de Lula, ou 45,16%.

Assim, o saldo eleitoral do núcleo Bolsonaro foi expressivo: Michelle e Carlos no Senado; Jair Renan e Renato Bolsonaro na Câmara dos Deputados; e Flávio Bolsonaro disputando a Presidência no segundo turno.

Para quem imaginava que o nome Bolsonaro perderia força no cenário político nacional, o resultado de 2026 apresentou um quadro diferente. Mesmo fora das urnas, Jair Bolsonaro permanece como uma referência política para uma parcela significativa do eleitorado conservador, enquanto integrantes de sua família ampliam sua presença no Congresso.

Campeão de votos dentro da própria família? Para seus apoiadores, o resultado deixa uma mensagem: Bolsonaro pode não ter sido candidato em 2026, mas seu nome esteve presente nas urnas — e saiu delas ainda mais forte e representado no Congresso.

O que está acontecendo? Moraes autoriza regime semiaberto para Débora do Batom


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de regime de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o semiaberto.

A decisão foi tomada após a defesa solicitar a progressão e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar favoravelmente. Moraes também reconheceu 212 dias de remição da pena, relacionados a trabalho, leitura e aprovação no Enem para pessoas privadas de liberdade.

Apesar da progressão, Débora continuará cumprindo a pena em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico, modalidade considerada pelo ministro mais benéfica do que o semiaberto convencional.

A decisão ocorre em meio a discussões políticas sobre um possível processo de impeachment contra ministros do STF. Não há, porém, informação oficial de que a decisão de Moraes tenha sido motivada por esse fator. A decisão judicial aponta o cumprimento dos requisitos para a progressão.

Débora foi condenada a 14 anos de prisão por crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023 e ficou conhecida após escrever, com batom, a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, em frente ao STF.

Análise política: o tempo, a ingratidão e a resposta das urnas 14 anos depois em Assú


A política de Assú tem memória, e os números também!

Em 2012, Ivan Júnior derrotou George Soares na disputa pela Prefeitura de Assú, com uma diferença de 10.483 votos. Uma vitória expressiva que, até hoje, é lembrada pelo próprio ex-prefeito.

Mas a política é feita de mudanças, e o tempo costuma reservar capítulos surpreendentes.

Agora, em 2026, o cenário teria se invertido. Gustavo Soares, irmão de George, teria superado Ivan Júnior em Assú por uma diferença próxima de 13 mil votos, conforme os números relatados, ainda pendentes de confirmação oficial.

Se em 2012 Ivan comemorou uma vantagem superior a 10 mil votos, 14 anos depois a família Soares teria motivos para celebrar uma resposta ainda mais expressiva nas urnas.

Minha opinião: "Deus tem me permitido assistir a fatos interessantes ao longo da vida. E ver a ingratidão ser derrotada é um daqueles momentos que lavam a nossa alma".

Na política, ninguém é dono dos votos, nenhuma vitória é eterna e o tempo pode transformar antigos vencedores em derrotados.

Ninguém elege um poste. (LEMBRE DISSO)

Pois é, a política de Assú tem memória. E as urnas, quando falam, não precisam de discurso!

Policial Militar da reserva é executado a tiros dentro de casa em Parnamirim na Grande Natal



Um policial militar da reserva, identificado como José Jaison Bezerra dos Santos, de 60 anos, foi assassinado a tiros dentro da própria residência, nesta segunda feira 5 de outubro de 2026. no bairro Parque das Árvores, em Parnamirim, na Grande Natal no Rio Grande do Norte.

Segundo as informações iniciais, José Jaison foi atingido por seis disparos de arma de fogo calibre 9 milímetros e morreu no interior do imóvel. O policial tinha 38 anos de serviços prestados à Polícia Militar e residia no mesmo endereço havia aproximadamente duas décadas.

No momento do ataque, outras duas pessoas estavam na residência, mas, segundo os primeiros relatos, foram poupadas pelos criminosos. A dinâmica da invasão e as circunstâncias que antecederam o assassinato ainda serão esclarecidas.

A motivação e a autoria do crime permanecem desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar se o assassinato tem alguma relação com a atuação da vítima na Polícia Militar ou com outras circunstâncias de sua vida pessoal. (fimdalinha).

A derrota do oportunismo: Simone Tebet e Marina Silva recebem resposta das urnas em São Paulo


O resultado das urnas em São Paulo trouxe uma dura resposta para duas figuras conhecidas da política nacional: Simone Tebet e Marina Silva. As ex-ministras do governo Lula apostaram no eleitorado paulista, mas não conseguiram transformar a estratégia em vitória.

Simone, com trajetória política construída em Mato Grosso do Sul, e Marina, historicamente ligada ao Acre, decidiram buscar espaço eleitoral no maior colégio eleitoral do país. A mudança abriu espaço para críticas de adversários, que classificaram a decisão como uma tentativa de encontrar em São Paulo melhores condições para permanecer na política.

Durante a campanha, levantamentos eleitorais chegaram a apontar cenários competitivos para as duas candidatas. Quando as urnas foram abertas, porém, o resultado ficou distante das expectativas criadas ao longo da disputa.

Do outro lado estava a força do grupo político liderado pelo governador Tarcísio de Freitas. Embora nascido no Rio de Janeiro, Tarcísio construiu sua principal trajetória eleitoral recente em São Paulo e conseguiu ampliar sua influência política no estado.

Guilherme Derrite e André do Prado saíram fortalecidos das urnas, enquanto Simone Tebet e Marina Silva terminaram derrotadas.

O episódio deixa uma mensagem que merece reflexão: eleição não se vence apenas com projeção nacional, apoio político ou números favoráveis em pesquisas. É o eleitor quem dá a palavra final.

Para os críticos das duas ex-ministras, a tentativa de construir uma nova base eleitoral em São Paulo acabou sendo interpretada como oportunismo político. E, desta vez, a estratégia não encontrou respaldo suficiente nas urnas.

No fim, São Paulo falou nas urnas — e o projeto político de Simone Tebet e Marina Silva recebeu um duro revés.

Pesquisa Veritá aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno, com 51,56% dos votos válidos


Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (5) pelo Instituto Veritá aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

De acordo com os números divulgados, Flávio Bolsonaro aparece com 51,56% dos votos válidos, enquanto Lula registra 48,44%. A diferença é de 3,12 pontos percentuais.

O levantamento, segundo as informações publicadas, ouviu mais de 40 mil eleitores em diferentes regiões do Brasil.

O resultado coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente e reforça a expectativa de uma disputa acirrada entre os dois candidatos na reta final da eleição presidencial.

A vantagem apresentada pelo senador também chama atenção para o cenário político nacional, marcado pela polarização entre o atual presidente e o candidato do PL.

Vale destacar que pesquisas eleitorais representam a intenção de voto no momento da coleta e não garantem o resultado das urnas. A interpretação da vantagem depende também da margem de erro e do nível de confiança do levantamento, informações que precisam ser verificadas na ficha técnica.

O segundo turno está previsto para o dia 25 de outubro.

Fonte: Blog do BG, com informações atribuídas ao Instituto Veritá.

PL rejeita “acordão” e mira impeachment de Alexandre de Moraes e Flávio Dino, diz CNN


O Partido Liberal (PL) decidiu rejeitar sinais de um possível entendimento político com uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) e pretende manter a pressão pelo impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino a partir de 2027. A informação foi publicada nesta terça-feira (6) pela CNN Brasil, em apuração do jornalista Caio Junqueira.

Segundo a reportagem, integrantes do entorno de Flávio Bolsonaro teriam interpretado movimentações recentes como acenos para a construção de um entendimento que poderia envolver, entre outros pontos, a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro e a discussão sobre anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. O PL, entretanto, teria decidido não avançar nesse caminho em relação a Moraes.

PL calcula ter 49 votos

Um dos pontos de maior repercussão da apuração é a situação no Senado. Conforme a CNN, nas contas do próprio PL, o partido já teria 49 votos favoráveis ao impeachment de Alexandre de Moraes e buscaria outros cinco para chegar aos 54 necessários para uma eventual condenação. É importante ressaltar que os 49 votos são uma estimativa política atribuída ao partido, e não resultado de uma votação oficial já realizada.

A movimentação ganhou força depois das eleições, com o crescimento do PL e de parlamentares alinhados à direita no Senado. Outra reportagem da CNN afirma que esse novo cenário político provocou preocupação nos bastidores do Supremo diante da possibilidade de pedidos contra ministros avançarem na próxima legislatura.

Flávio Dino também está no radar

A apuração aponta que Flávio Dino também passou a ser alvo da estratégia do PL. A eventual iniciativa contra o ministro dependeria, segundo a reportagem, de sua atuação após o resultado definitivo da eleição presidencial, especialmente em temas envolvendo investigações eleitorais e emendas parlamentares.

No caso de Moraes, a pressão já existe formalmente. Em setembro, o senador Carlos Viana protocolou um pedido de impeachment contra o ministro, conforme informou oficialmente a Agência Senado.

O Senado informa que cabe à Casa processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade, nos termos da Constituição e da Lei nº 1.079/1950. O pedido precisa percorrer o procedimento previsto antes de chegar a um eventual julgamento. O próprio Senado registra que, historicamente, nunca foi aprovado um pedido de impeachment contra ministro do Supremo.

Fonte: CNN Brasil — apuração de Caio Junqueira, publicada em 6 de outubro de 2026.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Após avanço da direita nas urnas, Moraes e Dino entram na mira por impeachment no Senado


O resultado do primeiro turno das eleições de 2026 aumentou a pressão política sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e colocou os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino no centro das articulações da oposição para a próxima legislatura.

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, Flávio Bolsonaro e seus aliados mantêm uma postura crítica principalmente em relação a Moraes e Dino. O candidato do PL já manifestou a intenção de defender o impeachment dos dois ministros, embora integrantes de sua campanha também afirmem que pretendem preservar o diálogo institucional com o Supremo.

A situação ganhou ainda mais peso depois do resultado das urnas. Levantamento do Ranking dos Políticos divulgado pela CNN aponta que 54 senadores que estarão na próxima legislatura já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de ministros do STF.

O número, porém, não significa que existam atualmente 54 votos garantidos para afastar Alexandre de Moraes, Flávio Dino ou qualquer outro ministro. Uma coisa é defender a possibilidade de impeachment; outra é apoiar a cassação de um magistrado específico após a análise de um processo concreto.

Nos bastidores do próprio Supremo, entretanto, o novo cenário político já provoca preocupação. Conforme apuração divulgada pela CNN nesta segunda-feira (5), Moraes é considerado o principal alvo de uma eventual ofensiva no Senado, enquanto Dino aparece como o segundo nome mais citado.

A mudança acontece justamente após um primeiro turno que fortaleceu Flávio Bolsonaro e a direita no Congresso Nacional. Flávio terminou a primeira etapa da eleição presidencial à frente de Lula e disputará o segundo turno contra o petista.

Com uma nova composição do Senado a partir de 2027, o debate sobre impeachment de ministros do Supremo promete continuar no centro da disputa política e institucional em Brasília.

O segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula está marcado para 25 de outubro e poderá ser decisivo também para definir como ficará a relação entre o Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal nos próximos anos.