De acordo com uma denúncia encaminhada à nossa reportagem, uma paciente procurou atendimento na rede municipal e recebeu a informação de que não havia diclofenaco, um dos medicamentos mais utilizados para aliviar dores e inflamações.
O caso reacende o debate sobre a eficiência da gestão da saúde no município. Afinal, se os processos licitatórios foram realizados para garantir o abastecimento das unidades, por que pacientes continuam deixando os postos de saúde sem medicamentos básicos?
A administração do prefeito Pinheiro Neto tem sido alvo de constantes reclamações relacionadas à saúde pública. Moradores afirmam enfrentar dificuldades frequentes para obter medicamentos, realizar exames e acessar alguns serviços essenciais, situação que gera insatisfação e aumenta a sensação de abandono entre os usuários do SUS.
As críticas também alcançam a condução da Secretaria Municipal de Saúde, comandada pela primeira-dama do município. Para parte da população, é necessário maior transparência sobre a execução dos contratos, o controle dos estoques e a distribuição dos medicamentos adquiridos com recursos públicos.
A população espera que a gestão apresente respostas concretas e adote medidas eficazes para evitar que a falta de medicamentos continue prejudicando quem depende exclusivamente da rede pública.
Nossa reportagem mantém o espaço aberto para que a Prefeitura de Angicos e a Secretaria Municipal de Saúde esclareçam os motivos da indisponibilidade do medicamento, informem a atual situação do estoque e detalhem as providências adotadas para normalizar o abastecimento das unidades de saúde.
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