Candidato que aparece em movimentos, eventos ou causas apenas quando enxerga oportunidade de ganhar visibilidade precisa ser observado e questionado. Participação política é legítima; usar o trabalho ou a mobilização dos outros apenas como vitrine eleitoral é outra coisa.
⚠️ E atenção também quando política e religião se misturam.
O pastor tem todo o direito de possuir opinião política como qualquer cidadão. Mas transformar o púlpito — espaço destinado à pregação, à fé e à orientação espiritual — em instrumento de campanha merece reflexão por parte dos fiéis.
A fé de ninguém deve servir como ferramenta para pressionar ou direcionar o voto.
Antes de escolher seu candidato, analise sua história, suas atitudes, seus interesses e suas alianças. Não vote simplesmente por amizade, influência, promessa ou orientação religiosa. Vote por consciência.
Veja a história de alguns que prometem o que não podem realizar. Doações de casas e tantas outras promessas serviram apenas para provocar aglomerações e criar falsas expectativas na população.
Promessas passam. Campanhas acabam. Cargos também passam. Mas as consequências do voto permanecem.
🚨 Não caia em conversa bonita nem em oportunismo de última hora. Abra os olhos, pesquise e decida por você.
O voto é seu. A consciência também.






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