Segundo o delegado, o processo que segue em segredo de justiça impossibilita, neste momento, a divulgação da imagem e do nome do suspeito.
“Conseguimos a produção de algumas provas para robustecer as investigações através de depoimentos, local de crime, vestígios e outros elementos que indicaram e comprovaram a autoria do crime”, afirmou o delegado.
A Polícia Civil solicitou o mandado de prisão preventiva contra o homem apontado como autor do homicídio do prefeito Neném Borges. De acordo com o delegado, o homem que é natural de São José de Campestre, teria afirmado em outra ocasião que estaria sendo ameaçado pelo então prefeito.
“Existem depoimentos nesse sentido, onde o suspeito afirmou que o prefeito havia pedido “a cabeça dele”. Então, ele teria entendido a situação como ameaça, já que o prefeito atuava de forma constante em conjunto com as forças de segurança. Um outro ponto é que, 15 dias antes do crime, uma operação foi deflagrada pela polícia e foi apreendido uma arma e um colete balístico que pertenciam ao suspeito”, pontuou o delegado.
Durante as investigações, outros órgãos se uniram à Polícia Civil para atuar no caso. Entre eles, o Instituto Técnico-Científico de Perícia e também o Ministério Público do Rio Grande do Norte, através do GAECO que, segundo o delegado, foram fundamentais para a confecção de provas técnicas para elucidação do caso.
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