Sete alunos dependem exclusivamente do ônibus escolar para estudar. Sem o serviço, a realidade é dura: ou ficam impossibilitados de frequentar as aulas por falta de condições financeiras, ou se arriscam em motocicletas pela RN durante a noite, enfrentando perigo constante. Uma escolha injusta, imposta pela omissão do poder público.
Moradores destacam que, em gestões anteriores, o serviço era mantido de forma regular, o que levanta questionamentos ainda mais sérios: se há recursos destinados para essa finalidade, por que o transporte deixou de funcionar? Onde está a falha? E por que a população segue sem respostas?
A repetição do problema evidencia não apenas falhas administrativas, mas um descompromisso alarmante com a educação pública. Cada dia sem transporte é um dia de prejuízo direto ao futuro desses jovens.
Diante da gravidade, a comunidade de Canto Grande cobra providências imediatas, transparência e respeito. A continuidade desse cenário é inaceitável — e o silêncio da gestão só aumenta a indignação de quem depende de um serviço essencial que, até agora, simplesmente não aparece.
Essa é mais uma situação de abandono na gestão de Haroldo de Jango.

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