De acordo com as investigações, o suspeito se apresentava como suposto correspondente ou “agente de crédito” do Banco do Brasil, abordando principalmente idosos e pessoas analfabetas, aproveitando-se da condição de vulnerabilidade das vítimas. Ele conquistava a confiança dos clientes e, de posse de cartões bancários, senhas e dados pessoais, realizava empréstimos e transferências sem autorização, direcionando os valores para contas sob seu controle.
Em um dos casos apurados, apenas com base em um mês de extrato bancário, foi identificado prejuízo superior a R$ 12 mil. O valor pode representar apenas uma fração do total, tendo em vista a atuação reiterada do investigado e a possível existência de outras vítimas.
As diligências também apontaram que o investigado frequentava a agência bancária utilizando vestimentas semelhantes às de funcionários da instituição, criando uma falsa aparência de legitimidade para facilitar a prática criminosa. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, foram coletados elementos que auxiliarão no aprofundamento das investigações e na identificação de outras possíveis vítimas.
Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil orienta que todas as pessoas que tenham sido atendidas por supostos correspondentes bancários no município de Patu, especialmente aquelas que receberam auxílio para realizar operações financeiras, verifiquem seus extratos bancários.
Caso sejam identificadas movimentações suspeitas ou desconhecidas, é fundamental procurar uma unidade policial, munidas de documentos, para que as medidas cabíveis sejam adotadas. Após os procedimentos legais, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.


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