O ator Eduardo Galvão, 58, morreu na noite desta
segunda-feira (7) vítima da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Unimed,
na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e não resistiu a complicações causadas
pela doença.
Em uma carreira de três décadas, Galvão fez novelas,
séries, programas de TV, cinema e teatro.
Era formado pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no
Rio, onde desde jovem ficou conhecido pelo jeito divertido.
“Fazia todo mundo rir de suas imitações”, lembrou o músico
Paulinho Moska logo após a morte do amigo.
Galvão estreou na televisão como o Régis de “O Salvador da
Pátria” (1989), na Globo. Na emissora, participou de novelas como “Araponga”
(1990), “A Viagem (1994), “Porto dos Milagres” (2001), “O Beijo do Vampiro”
(2002), “Paraíso Tropical” (2007) e “Insensato Coração” (2011). A última participação
foi em “Bom Sucesso”, de 2019.
Na série “Um menino muito maluquinho”, da TV Brasil, foi o
pai do personagem principal.
Em 1996, o ator interpretou Arthur, o dono da agência Caça
Talentos no seriado de mesmo nome. Ele e a Fada Bela, personagem de Angélica,
viviam uma paixão platônica.
Na madrugada desta terça (8), a apresentadora despediu-se
do antigo companheiro de cena.
“Precisamos tanto da sua leveza, alegria, liberdade e
carinho nesse mundo!”, disse Angélica. “Era sempre tão bom te encontrar, você
foi um presente lindo que a Fada Bela me deu”.