Autointitulado “profeta”, Miguel aparece em pregações intensas, alegando realizar curas milagrosas, como a de uma mulher com leucemia, e solicitando doações via Pix, o que levantou questionamentos sobre a autenticidade de suas ações e a exploração da fé alheia.
O conteúdo vem gerando reações de líderes religiosos, psicólogos e internautas. Nas redes sociais, o termo “falso profeta” chegou a figurar entre os assuntos mais comentados, com milhares de postagens questionando a veracidade das cenas e a responsabilidade dos adultos ao redor do jovem. Já outros alertam para o risco de perseguição religiosa e pedem mais empatia na abordagem do caso.













