Segundo relatos de mães da comunidade, os alunos já estão há dois dias consecutivos sem aula porque o veículo responsável pelo transporte não apareceu. As crianças chegam a ir até os pontos de embarque, mas acabam retornando para casa ao perceberem que o ônibus não vai passar.
Ainda de acordo com as famílias, a situação não é isolada. Elas afirmam que, praticamente todas as semanas, a direção da escola informa no grupo de mensagens que o ônibus foi encaminhado para manutenção, evidenciando um problema que, segundo os moradores, se tornou rotineiro.
As mães questionam a falta de planejamento da administração municipal e cobram providências urgentes para garantir um serviço essencial como o transporte escolar.
"Nossos filhos não podem continuar sendo prejudicados por um ônibus que vive quebrado. Educação é um direito, e o mínimo que esperamos é que o transporte funcione", desabafou uma moradora.
A situação gera revolta entre os pais, que afirmam que os estudantes estão acumulando faltas e perdendo conteúdo por um problema que deveria ser resolvido pela Prefeitura.
A recorrência das falhas levanta questionamentos sobre a gestão da frota escolar e sobre a aplicação dos recursos destinados ao transporte dos alunos. Para a população, não é aceitável que um município deixe crianças sem acesso à educação por falta de um ônibus em condições de circular.
A gestão do prefeito Faustino precisa apresentar uma solução definitiva para o problema. Não basta justificar, semana após semana, que o veículo está em manutenção. O transporte escolar é um serviço essencial e deve ser tratado como prioridade, principalmente quando envolve o direito de crianças e adolescentes à educação.
A reportagem deixa o espaço aberto para que a Prefeitura de Porto do Mangue se manifeste sobre o caso e informe quais medidas serão adotadas para normalizar o transporte escolar na comunidade de Rio Doce.

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