Segundo a publicação, a missão teria como objetivo levantar questionamentos sobre a integridade e a transparência do processo eleitoral brasileiro. A delegação deverá ser formada por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, secretário-assistente adjunto, ambos nomeados por Trump e identificados por defenderem pautas conservadoras.
Até o momento, não foi informado quais autoridades brasileiras os diplomatas pretendem encontrar nem quais serão suas atividades oficiais durante a visita.
Ainda de acordo com o jornal, dois diplomatas brasileiros, ouvidos sob condição de anonimato, classificaram a iniciativa como uma "manobra americana" e afirmaram que o governo brasileiro avalia medidas para impedir a entrada dos representantes no país.
Uma das autoridades ouvidas pelo The Washington Post afirmou que a ação é "completamente incompatível com a democracia brasileira".
Em nota, o Departamento de Estado dos EUA confirmou que Barnes e Samson têm viagem prevista ao Brasil na próxima semana, mas não detalhou os objetivos da missão. Os dois diplomatas também não comentaram o assunto após serem procurados pela reportagem.
A informação foi publicada inicialmente pelo The Washington Post e repercutida pela Folhapress.

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