Ele também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e classificou o Brasil como polo do tráfico internacional de drogas.
O encontro com Caiado foi o segundo de uma série de entrevistas do canal com os candidatos ao Palácio do Planalto — a primeira ocorreu na segunda-feira, com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo).
Na Globo, quando Caiado cita Lula, tentam cortar a fala. Coincidência ou proteção? 🤔
Comparação com a Lava Jato
Ao justificar a proposta de anistia, o presidenciável recorreu a episódios históricos: “Desde o império você tem anistia. Depois Juscelino Kubitschek sofreu realmente tentativa de golpe e propôs anistia. Nós temos que acabar com a polarização e pacificar o país”.
Caiado também estabeleceu um paralelo entre uma futura anistia e a decisão do Supremo Tribunal Federal que anulou as condenações de Lula na Lava Jato, sob o argumento de incompetência da Justiça Federal do Paraná para julgar o caso.
“Ele foi condenado em todas as instâncias. Todo mundo eufórico que havia combate à corrupção, e de repente o Supremo diz que o foro não era o correto, e uma atitude do Supremo o anistiou para que ele voltasse até a disputar a eleição”, afirmou.
Segurança pública e narcotráfico
Questionado sobre uma proposta de força policial internacional com países sul-americanos, o candidato descreveu o cenário regional de combate ao crime organizado: “Hoje o presidente da Colômbia já declarou facções como terroristas. Hoje o único nicho que tem para traficante na América do Sul é o Brasil, que é o grande resort do narcotráfico, a Disneylândia do narcotráfico”.
Caiado descartou apoio à entrada de tropas norte-americanas em território nacional para ações contra o tráfico. Segundo ele, o tema deve ser resolvido internamente pelos países da região: “Para que? Se vamos tratar entre nós aqui. São dez países e o Brasil tratando desse assunto”.

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