Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a PF não encontrou elementos que indiquem que o jornalista tenha perseguido Dino ou recebido pagamentos para publicar reportagens negativas contra o ministro. Para os investigadores, a atuação jornalística de Luís Pablo está amparada pelo direito constitucional à liberdade de imprensa.
Apesar das conclusões apresentadas pela Polícia Federal, o ministro Alexandre de Moraes manteve o entendimento de que havia indícios que justificariam o prosseguimento das investigações e autorizou medidas de busca e apreensão relacionadas ao caso.
De acordo com o relatório, o foco da investigação passou a se concentrar principalmente na origem das informações recebidas pelo jornalista. A PF levantou a possibilidade de que a fonte tenha cometido eventual violação de sigilo funcional ao repassar os dados.
O caso reacende a discussão sobre os limites das investigações envolvendo jornalistas, o direito à liberdade de imprensa e a garantia constitucional do sigilo da fonte, prevista na Constituição Federal.
Até o momento, conforme o relatório citado, não foram encontrados elementos suficientes para atribuir ao jornalista a prática dos crimes inicialmente investigados.

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