A situação atinge veículos que atuam na área do 10º Batalhão da Polícia Militar (10º BPM), responsável pelo policiamento de Assú e municípios vizinhos.
Mesmo diante das dificuldades, os policiais continuam trabalhando normalmente, utilizando o combustível que ainda resta nos tanques. Entretanto, caso o fornecimento não seja restabelecido, algumas viaturas poderão ficar impossibilitadas de circular.
Enquanto a criminalidade não dá trégua, a polícia corre o risco de ficar sem combustível para trabalhar.
O episódio levanta questionamentos sobre a gestão dos recursos destinados à segurança pública do Rio Grande do Norte. Afinal, como garantir policiamento eficiente se falta uma condição tão básica para o funcionamento das viaturas?
Até agora, não há esclarecimento oficial sobre as razões da suspensão nem previsão para a retomada do abastecimento.
O Governo do Estado precisa apresentar uma solução urgente. A população não pode pagar o preço pela falta de estrutura de um serviço essencial.

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