De acordo com o levantamento apresentado pela equipe jurídica de Flávio Bolsonaro, aproximadamente uma em cada três mensagens divulgadas no canal entre os dias 8 de setembro e 12 de outubro teria sido apagada.
Os advogados do candidato sustentam que parte das exclusões pode estar relacionada à tentativa de retirar de circulação conteúdos considerados falsos ou ofensivos, incluindo publicações envolvendo programas e benefícios sociais.
Ainda conforme o documento, Janones teria orientado integrantes do canal a espalhar determinadas mensagens em outras redes sociais antes de excluir as publicações originais do WhatsApp.
Para a defesa de Flávio Bolsonaro, a prática levanta questionamentos sobre a divulgação de informações durante a campanha eleitoral e a possibilidade de dificultar a identificação de conteúdos posteriormente contestados.
O caso agora está sob análise da Justiça Eleitoral. As informações apresentadas pela campanha são alegações da defesa e ainda precisam ser examinadas pelo TSE. Até o momento, não há confirmação de decisão judicial que reconheça irregularidade nas exclusões mencionadas.
A reportagem ressalta que a exclusão de mensagens, isoladamente, não comprova a prática de ilícito eleitoral.
Focoelho – A velocidade da informação.

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