sábado, 10 de outubro de 2026

Tiroteio no Centro de Assú: Raymar é morto a tiros no Beco do IPI



A tarde deste sábado, 10 de outubro de 2026, foi marcada por mais um episódio de violência na cidade de Assú, no interior do Rio Grande do Norte. Um homem identificado como Raymar Araújo de Souza foi perseguido e morto a tiros no conhecido Beco do IPI, localizado na região central do município.

De acordo com informações colhidas pela reportagem do FOCOELHO, a vítima teria estacionado seu veículo em frente à loja NSA e, ao retornar ao carro, foi surpreendida por dois homens que, supostamente, estavam em uma motocicleta.

Ao perceber a ação dos criminosos, Raymar ainda tentou escapar correndo, mas acabou sendo perseguido, alcançado e morto a tiros no Beco do IPI. A ocorrência provocou momentos de tensão e chamou a atenção de moradores e comerciantes da região.

CASA DA VÍTIMA FOI INCENDIADA DOIS DIAS ANTES

Um detalhe que chama a atenção é que, apenas dois dias antes do homicídio, na quinta-feira (8), a residência de Raymar, localizada no Conjunto Parati 2000, em Assú, havia sido invadida, incendiada e atingida por disparos de arma de fogo.

Na ocasião, ninguém estava no imóvel, e não houve registro de feridos. O episódio foi noticiado pelo FOCOELHO. VEJA AQUI.

Apesar da proximidade entre os acontecimentos, ainda não existe confirmação oficial de que o incêndio e o homicídio estejam relacionados. Essa possibilidade deverá ser investigada pela Polícia Civil.

VÍTIMA TINHA HISTÓRICO DE PRISÕES

Conforme registros policiais anteriores, Raymar Araújo de Souza já havia sido preso em outras ocasiões.

Em 4 de setembro de 2019, ele foi preso durante a operação policial denominada “Parati Sitiado”. Posteriormente, em 31 de março de 2020, voltou a ser preso, desta vez sob suspeita de envolvimento em uma tentativa de homicídio registrada em 2 de fevereiro daquele ano.

O histórico de prisões, entretanto, não permite estabelecer qualquer relação com o crime ocorrido neste sábado.

POLÍCIA DEVERÁ INVESTIGAR O CRIME

A motivação do homicídio ainda é desconhecida. As autoridades policiais deverão trabalhar para identificar os autores, esclarecer as circunstâncias da execução e apurar se existe alguma ligação com o ataque à residência da vítima ocorrido dois dias antes.

O crime reforça a preocupação com os episódios de violência registrados no município.

O FOCOELHO segue acompanhando o caso.

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