De acordo com documentos oficiais, o homem identificado como Lino foi preso em posse da arma que teria sido utilizada no crime. À Polícia Civil, ele declarou, em um primeiro momento, que recebeu pagamento para executar a vítima. Segundo o relato prestado na delegacia, o suposto contratante seria o advogado Romenigue Cabral, que teria prometido R$ 3 mil pelo homicídio.
A apuração aponta que a motivação estaria ligada a um episódio envolvendo a divulgação de um vídeo íntimo, que teria causado desentendimentos e motivado uma suposta vingança.
Posteriormente, já em audiência judicial, o acusado apresentou nova versão e negou envolvimento na morte. Mesmo assim, conforme registrado no processo, os elementos reunidos — como a apreensão da arma e demais provas técnicas — foram considerados suficientes para que ele seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.
O caso segue causando forte repercussão em Alto do Rodrigues e em todo o Vale do Assú. O Ministério Público do Rio Grande do Norte acompanha o andamento da ação, enquanto outro procedimento relacionado ao episódio permanece sob sigilo judicial.






















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