O que se comenta nos bastidores é que o presidente da Casa adotou uma postura que vai além da divergência política. Aliados de colegas parlamentares teriam sido exonerados, em decisões que levantam questionamentos inevitáveis: trata-se de reorganização administrativa ou de perseguição política?
A ausência de explicações claras apenas reforça a estranheza. Quando não há diálogo, transparência ou justificativa pública, o gesto fala por si.
Em um parlamento que deveria prezar pelo equilíbrio, pelo respeito institucional e pela convivência democrática, atitudes assim não passam despercebidas pela população. O povo observa, comenta e tira suas próprias conclusões. E, nesse caso, a pergunta continua no ar: por que alguns assuntos viram pauta, enquanto outros parecem não merecer sequer um comentário?
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