Debaixo de chuva, pressão e ataques, há quem recue. Mas há quem levante os braços, feche os punhos e grite ainda mais alto. A imagem é clara: não é sobre conforto, é sobre coragem. Não é sobre aplausos fáceis, é sobre convicção.
A tempestade cai pesada, mas não apaga a chama de quem sabe por que está ali. Quando a luta é por liberdade e justiça, a chuva vira símbolo, não obstáculo. Cada gota que cai fortalece a certeza de que o medo não governa consciências livres.
Esse é o retrato de um povo que não se dobra. De vozes que se recusam a ser silenciadas. De uma caminhada que não depende de clima favorável, mas de princípios inegociáveis.
Porque a história nunca foi escrita pelos que se esconderam do temporal.
Ela pertence aos que enfrentaram a tempestade — e seguiram em frente.

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