De acordo com relatos de familiares, Josuel não residia no imóvel onde ocorreu o crime. Ele morava com a mãe em uma casa próxima, mas costumava frequentar o local onde foi executado, supostamente para uso de entorpecentes.
Informações repassadas pela Polícia Militar apontam que os suspeitos chegaram armados, arrombaram o portão da frente e entraram na casa, onde encontraram a vítima e atiraram várias vezes. Josuel não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber qualquer socorro.
Moradores da região afirmaram ter ouvido os tiros por volta das 7h, porém evitaram comentar detalhes. O receio de retaliações impôs novamente a chamada “lei do silêncio”, realidade frequente em áreas dominadas pelo medo.
A área foi isolada pela PM até a chegada das equipes da Polícia Civil e do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep/RN), que realizaram os procedimentos periciais. Em seguida, o corpo foi recolhido e encaminhado para exames no bairro Felipe Camarão.
As investigações estão sob responsabilidade da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca identificar os autores e esclarecer a motivação da execução. Até o momento, ninguém foi preso e os atiradores seguem desconhecidos.
O crime reacende o alerta sobre a insegurança na Zona Norte da capital potiguar, região que convive com a violência constante e a atuação de grupos criminosos. A polícia segue em diligências na tentativa de obter informações que levem aos responsáveis.

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