As resinas plásticas, principal matéria-prima utilizada na fabricação dos garrafões, acumulam aumentos frequentes e já ultrapassam a marca de 30% de alta. Esse encarecimento afeta toda a cadeia produtiva, desde a fabricação do vasilhame até a distribuição final.
Além disso, os garrafões possuem vida útil limitada e precisam ser substituídos quando apresentam desgaste ou ressecamento. Com o custo de reposição mais elevado, distribuidores enfrentam dificuldades para manter os preços anteriores, repassando parte desse aumento ao consumidor.
No Rio Grande do Norte, por exemplo, já é possível encontrar o garrafão sendo vendido por até R$ 10,00 em alguns pontos de venda. O aumento não está ligado apenas ao custo do recipiente, mas também ao valor do combustível, que influencia diretamente no transporte e na logística da água.
O resultado é um impacto direto no orçamento das famílias, que dependem do produto diariamente. Enquanto isso, o setor segue enfrentando desafios para equilibrar custos e manter o abastecimento.

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