De acordo com as investigações, o grupo utilizava a estrutura portuária do Rio Grande do Norte para enviar carregamentos de entorpecentes para países da Europa.
Além do combate ao tráfico internacional por via marítima, a operação também busca enfraquecer financeiramente a organização criminosa. As apurações apontam que o esquema envolvia fraudes em documentos de comércio exterior, uso de empresas de fachada e a participação de terceiros para ocultar a origem ilícita dos recursos.
Ao todo, foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Pará, São Paulo e Rio de Janeiro.
Por determinação da Justiça, também foi autorizado o bloqueio de aproximadamente R$ 30 milhões em contas bancárias, além do sequestro de cerca de R$ 35 milhões em bens ligados aos investigados.
A Operação Pele de Sapo representa mais um importante avanço no combate ao tráfico internacional de drogas e às estruturas financeiras utilizadas por organizações criminosas para movimentar e ocultar recursos ilícitos.

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