domingo, 18 de janeiro de 2026

Afogamento no Rio Açu mobiliza forças de segurança; vítima é resgatada com vida em Assu


Uma ocorrência de afogamento registrada na tarde deste domingo, 18 de janeiro de 2026, no Rio Açu, mobilizou equipes de segurança, salvamento e saúde no município de Assú, no Oeste potiguar. Atenderam a ocorrência a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e populares que estavam no local.

Segundo informações repassadas por testemunhas, a vítima foi identificada como Wilker Cavalcante, com idade estimada entre 30 e 35 anos. Ele teria sido visto nas águas do rio após a área da estiva, em um trecho de correnteza forte que segue em direção aos canos, considerado um dos pontos mais perigosos do local. Pessoas que presenciaram a cena relataram que Wilker pedia ajuda ao perceber que não conseguia se manter fora da força da água.


Em um ato de coragem, dois adolescentes — Pablo, de 15 anos, e Jhonatan, de 16 — entraram no rio e conseguiram alcançar a vítima inicialmente. No entanto, devido à intensidade da correnteza, o resgate imediato não foi possível. Os jovens então saíram da água, contornaram a área e retornaram por outro ponto, onde localizaram Wilker desacordado e preso a uma árvore dentro do rio. Com esforço, conseguiram levá-lo para uma área mais segura.

Com o apoio de populares, foram iniciadas medidas básicas de primeiros socorros até a chegada das equipes oficiais. Um policial militar que passava pelo local também prestou auxílio nos atendimentos iniciais. Em seguida, o Corpo de Bombeiros e duas ambulâncias do SAMU deram continuidade ao socorro, seguindo os protocolos de urgência.

De acordo com informações repassadas pelo médico do SAMU, Vinícius, a vítima apresentava sinais vitais no momento do atendimento, porém com nível de consciência reduzido. Após os procedimentos realizados no local, Wilker Cavalcante foi encaminhado para a UPA do Alto São Francisco.

O estado de saúde da vítima é considerado delicado, mas, até o momento, não há indicação de risco imediato de morte. A possibilidade de sequelas segue sendo avaliada pela equipe médica. (Com informações do Assú Notícia / Jalison Ferreira)

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