Enquanto municípios vizinhos já cumpriram a obrigação legal e garantiram o benefício aos seus professores, Afonso Bezerra caminha na contramão, evidenciando a falta de prioridade dada à educação pública. A demora no pagamento tem sido vista como uma tentativa de postergar o problema, numa postura interpretada pela categoria como “fingir que nada está acontecendo” diante de cobranças justas e recorrentes.6
Professores relatam dificuldades para honrar compromissos básicos, além de um profundo sentimento de desrespeito e desvalorização profissional. A ausência de um posicionamento oficial claro por parte da Prefeitura apenas amplia o clima de indignação e desconfiança, fortalecendo a cobrança por transparência e responsabilidade administrativa.
Valorizar a educação não se resume a discursos em palanques ou postagens institucionais. Exige atitudes concretas, começando pelo cumprimento da lei. O pagamento do terço de férias é uma obrigação legal e um reconhecimento mínimo ao trabalho essencial exercido pelos educadores. Fica o apelo para que o prefeito Haroldo de Jango regularize imediatamente a situação e demonstre, com ações, um verdadeiro compromisso com a educação e com os profissionais que sustentam o futuro de Afonso Bezerra.

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