Segundo a Polícia Civil, os suspeitos teriam administrado de forma indevida detergente líquido e um composto químico diretamente na corrente sanguínea de pacientes. De acordo com os investigadores, o uso inadequado dessas substâncias pode provocar parada cardíaca e levar à morte sem deixar sinais externos evidentes, o que dificultou a identificação inicial das causas dos óbitos.
A gravidade do caso veio à tona após a própria direção do Hospital Anchieta comunicar a situação às autoridades. Em nota oficial, a unidade informou que denunciou os fatos assim que surgiram indícios de irregularidades, reafirmando seu compromisso com a transparência e a segurança dos pacientes.
A primeira fase da operação policial foi deflagrada na manhã do dia 11 de janeiro, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Durante a ação, foram cumpridos mandados de prisão e iniciada a coleta de novos elementos probatórios para aprofundar as investigações, inclusive para verificar a existência de outras possíveis vítimas.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal. O Hospital Anchieta declarou que está colaborando integralmente com as autoridades e reforçou que adota protocolos rigorosos de cuidado e segurança, lamentando profundamente os fatos apurados.

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