De acordo com a PCGO e o Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), o cenário oficial trabalha com a hipótese de que Thales atirou contra os próprios filhos em um apartamento no Condomínio Paraíso, no sul de Goiás, e depois tirou a própria vida. A corporação reforçou que não foram abertas novas frentes de investigação, e que detalhes adicionais só serão divulgados após a conclusão das diligências e laudos periciais, que estão sob sigilo legal.
Testemunhas que estiveram no local relataram o cenário encontrado no interior do imóvel, incluindo marcas de disparos e outros indícios que vêm sendo analisados tecnicamente pelas equipes de investigação. A Polícia Científica também se pronunciou para esclarecer boatos que circulam sobre supostas mudanças no rumo do caso.
O episódio chocou a população local e ganhou repercussão nacional desde que o crime ocorreu na madrugada do dia 11 de fevereiro de 2026, provocando debate sobre violência doméstica e os desdobramentos sociais da tragédia.
Enquanto isso, em meio à comoção, a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) ingressou com uma ação judicial contra grandes veículos de comunicação — como Globo, CNN Brasil, Record e SBT — pedindo indenização por danos morais coletivos e retratação, argumentando que a forma como alguns veículos divulgaram o caso teria extrapolado os limites éticos e contribuído para um ambiente de linchamento virtual e ataque à família sobrevivente.
👉 As autoridades reforçam que novas informações oficiais só serão divulgadas conforme a investigação técnica avançar e laudos forem concluídos, respeitando o procedimento legal e o sigilo das diligências.

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