segunda-feira, 10 de agosto de 2026

FARSA DESMASCARADA: LINDBERGH E CHEFE DA CONAFER MONTARAM ACUSAÇÃO FALSA CONTRA GASPAR


Uma denúncia envolvendo uma suposta tentativa de forjar acusações contra o deputado Alfredo Gaspar ganhou novos contornos e foi encaminhada às autoridades competentes para apuração.

Segundo o relato apresentado por Luiz Antonio Lopes, comerciante de Guadalupe, no Rio de Janeiro, uma denúncia contra Gaspar teria sido construída artificialmente com o objetivo de prejudicar politicamente o parlamentar.

De acordo com o denunciante, a jovem identificada como Marcela Maria Mendes teria sido orientada a conceder uma entrevista fictícia à revista piauí, utilizando o nome "Jailma" e apresentando uma história de suposto abuso sexual atribuído a Gaspar durante a adolescência. Ainda conforme o depoimento, elementos como a origem da jovem e a existência de uma criança chamada "Eloá" também fariam parte da narrativa que, segundo ele, teria sido inventada.

O comerciante afirmou ainda que teria recebido valores por meio de transferências PIX para repassar à jovem. Entre os pagamentos mencionados no relato estão R$ 2.500,00 atribuídos a Sérgio Machado de Azevedo, R$ 4.000,00 atribuídos a Carlos Roberto Lopes, apontado como presidente da CONAFER e conhecido pelo apelido de "Mão Preta", além de R$ 10.000,00 enviados por uma terceira pessoa cujo sobrenome o denunciante afirmou lembrar como Maldonado.

Ainda segundo Lopes, Carlos Roberto teria feito declarações ofensivas contra Gaspar e participado de articulações relacionadas à suposta denúncia. O comerciante também afirmou que Lindbergh Farias teria participado de reuniões virtuais nas quais, segundo ele, detalhes da suposta trama teriam sido discutidos.

Outro ponto considerado grave no depoimento é a alegação de que haveria um plano para fazer a jovem desaparecer posteriormente e, em seguida, atribuir o desaparecimento ao próprio Alfredo Gaspar. O denunciante afirmou ainda ter alertado Marcela sobre os riscos que ela estaria correndo.

Na véspera de seu depoimento, Lopes disse ter sido procurado por uma pessoa desconhecida e ameaçado.

O caso, segundo as informações apresentadas, foi encaminhado à Corregedoria da Câmara dos Deputados e também ao Supremo Tribunal Federal, devido ao possível envolvimento de autoridade com prerrogativa de foro.

As acusações, entretanto, ainda precisam ser investigadas e comprovadas pelas autoridades. Os citados no relato têm direito à defesa e à manifestação sobre as denúncias.

A investigação deverá esclarecer se houve, de fato, uma tentativa coordenada de fabricar uma acusação contra Alfredo Gaspar, quem teria financiado eventual ação e qual seria a participação de cada pessoa mencionada pelo denunciante.

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